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WORLD OF CONCRETE PREPARES FOR WOC 2020 WITH SUCCESSFUL SPACE DRAW

World of Concrete reports that its recently completed space draw for 2020 secured just over 927 exhibitors booking more than 638,000 net square feet of exhibit space.

With nine months remaining until WOC 2020, organizers are anticipating a robust World of Concrete 2020.

“The economy is strong, and the construction industry is thriving. We anticipate another successful event and look forward to serving the global concrete and masonry communities with this annual event to network, source, and receive valuable education to start the year off strong.” Said Jackie James, Group Director.

WOC 2019, which was the largest event in ten years, garnered 60,511 registered professionals featuring more than 1,500 leading-industry suppliers exhibiting across more than 776,000 net square feet of space.

“The 2019 event proved World of Concrete is the premiere venue for concrete & masonry professionals to showcase their products and services. Whether our attendees are looking to optimize their efforts, time, or money on a jobsite, WOC exhibitors are there to deliver. We are excited about the year ahead…WOC 2020 is lining up to be another must-attend industry gathering.” Said Kevin Archibald, Show Manager.

World of Concrete 2020, taking place February 4-7; Education 3-7, at the Las Vegas Convention Center, will feature a week of exciting new products, the latest equipment, cutting-edge technologies, exciting spectator events and competitions, and more than 150 educational sessions including luncheons, interactive workshops, and hands-on training.

Retrofit: uma solução para recriar imóveis industriais e oportunidades de negócios

 

Especialistas da Retha dão dicas para decidir se esse é o melhor investimento.

O retrofit , prática que surgiu na Europa como solução para a revitalização de prédios históricos protegidos por leis rígidas de preservação patrimonial,  significa, em sumo, “renovar o antigo” . O termo, hoje muito conhecido entre engenheiros e arquitetos em todo o mundo, tornou-se uma tendência, também, entre investidores de imóveis industriais e logísticos.

 

Com o aumento das populações nos centros urbanos e as transformações  tecnológicas nas atividades industriais e comerciais, imóveis antigos acabam ficando obsoletos em sua estrutura, ao mesmo tempo em que mantém uma localização privilegiada,  a despeito das modificações urbanas à sua volta. Essa pode ser a deixa para que o proprietário de imóveis industriais invista em retrofit, modernizando  instalações e  recriando oportunidade de negócios para o local.

 

Para ter uma ideia da expansão do retrofit  como solução construtiva, a Retha Imóveis, empresa  especializada na concepção, implantação, gestão, locação e venda de galpões e condomínios logísticos tem entre as suas locações 20% de imóveis retrofitados, todos projetados pela própria Retha, que cuida, inclusive, de questões legais que a reforma possa envolver.

 

De acordo com Marino Mario da Silva, diretor-presidente da Retha, duas situações, em geral, justificam o retrofit :  quando o imóvel não serve mais para o fim que se propunha, porém está bem localizado, assim como, quando está em zona urbana e o novo projeto não consegue alcançar a mesma metragem pela qual se tinha o direito adquirido, uma vez que o zoneamento mudou.

 

Porém, em relação aos custos do investimento, Mario alerta que nem sempre um projeto de retrofit fica mais barato do que uma nova construção: “Nessas duas situações é preciso que seja feita uma avaliação e um orçamento, para saber se justifica fazer um retrofit,  pela localidade que o imóvel ocupa. Quando o custo é extremamente exagerado, é melhor demolir e fazer um novo projeto. O primeiro passo é fazer um levantamento minucioso de toda a infraestrutura que o prédio tem: elétrica, hidráulica, civil e fundação. Se tudo isso conseguir passar pelo retrofit e não ficar muito caro, justifica ir em frente”, explica.

 

Para Thiago Machado, arquiteto responsável pelos projetos retrofitados da Retha, como o CBSK Arujá (SP) e o Condomínio Industrial Condulli, em Taboão da Serra (SP),  também concorda que antes de começar o retrofit  é importante  mapear os empreendimentos para analisar suas limitações, tanto de espaço físico quanto para o fornecimento de água, energia elétrica e internet.  “O que difere é a estrutura que o imóvel já tem. Por exemplo, o Condulli tem uma alta capacidade de fornecimento de energia, já o CBSK tem uma estrutura física melhor, como estacionamento de carretas mais adequado”, ressalta Thiago.

 

Entre as principais alterações realizadas pela equipe da Retha nos projetos de retrofit estão a adequação da portaria, para aumentar a fluidez e a segurança do empreendimento, individualização do fornecimento e cobrança de água, energia elétrica e internet para cada inquilino do imóvel e para as áreas comuns, além de criação das estruturas básicas como banheiros e vestiários exclusivos para cada condômino.

 

Atualmente a Retha possui 960 mil metros quadrados administrados em imóveis retrofitados, que demoram de 3 a 9 meses para serem ocupados, depois do empreendimento lançado.

 

Desenvolve SP e Caixa firmam contrato de

R$ 165 milhões para infraestrutura no Estado

 

Contrato visa beneficiar os municípios paulistas facilitando o acesso ao crédito para obras de mobilidade urbana e transporte

 

O Governo do Estado de São Paulo, por meio da Desenvolve SP – Agência de Desenvolvimento Paulista, assinou nesta segunda-feira (20/5), um contrato de abertura de crédito no valor de R$ 165 milhões para ser destinado a novos financiamentos do Programa Pró-Transportes, do Governo Federal, que conta com recursos do FGTS da Caixa Econômica Federal.

 

O Programa, voltado às prefeituras dos municípios paulistas, tem como objetivo financiar a implantação de sistemas de infraestrutura do transporte coletivo e de mobilidade urbana, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida dos munícipes e para preservação do meio ambiente. A linha de crédito permitirá que as administrações municipais financiem, por exemplo, veículos de transporte sobre trilhos, novos terminais, bicicletários, abrigos nos pontos de parada de transporte público, entre outros itens.

 

Para o presidente da Desenvolve SP, Nelson Antonio de Souza, o contrato reforça a missão da agência de fomento no estímulo à atividade econômica no Estado. “Esse é o primeiro contrato da nova gestão e demonstra que iremos trabalhar sistematicamente pelo desenvolvimento de São Paulo", ressaltou.

 

As condições do financiamento referentes a taxas, prazos e como os administrações municipais poderão pleitear os recursos serão divulgadas nas próximas semanas.

 

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